segunda-feira, 9 de abril de 2012

CONVITE


Convidamos a todos os trabalhadores em educação para Assembléia do Sinte Regional de Caçador

Dia: 11/04/2012
Horas:17:15
Local: SALA DO SINTE (SITICON).
  
Pauta:
Informes Gerais
Reforma da Educação de SC;
Audiência entre Sinte e CONER;
Assembléia Estadual ( 17/04/2012);

 Ilone Moriggi 
Coordenadora Regional
8833-8196



quarta-feira, 4 de abril de 2012

Diretoria do SINTE participa de palestra sobre saúde do trabalhador em educação


A saúde da voz e da mente no trabalho em educação, é tema de pesquisa que está sendo realizada pelo Professor Doutor em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo, Herval Pina Ribeiro, junto a diversas entidades sindicais do país. Ele também é o Coordenador Científico do Centro de Estudos e Pesquisas sobre Trabalho Público e Sindicalismo em Santa Catarina, e ministrou palestra acerca do tema para a diretoria executiva do SINTE, hoje, dia 04 de abril.

De acordo com a pesquisa realizada por Herval, estima-se 8,5% (8 milhões de pessoas) da população brasileira economicamente ativa, acima de 18 anos, são vulneráveis a transtornos vocais por serem obrigados a utilizar a voz como instrumento de trabalho. Além disso, transtornos mentais e comportamentais são associados aos problemas vocais.

Segundo estatísticas do Instituto Nacional de Seguro Social – INSS, entre 2005 e 2010 os transtornos mentais ascenderam e passaram a ocupar o 2º lugar entre os grupos de doenças do trabalho notificadas aos INSS, órgão que não inclui os 11 milhões de trabalhadores públicos, entre os quais estão os professores da rede estadual de ensino.

Para o Professor a hipótese é que os transtornos coletivos da saúde metal e da voz dos trabalhadores públicos contemporâneos, em especial dos de educação, “são expressões de uma enorme e crescente degradação do trabalho, cujas evidências são as condições de trabalho que o Estado lhes impõe, a jornada que lhes obriga e o salário que lhes paga”.

Diante das informações repassadas na palestra, o desafio proposto pelo SINTE é realizar uma pesquisa sobre os transtornos de voz e mentais que sofrem os trabalhadores em educação, visando identificar as principais causas destas doenças, para elaboração de um projeto de políticas e ações sindicais, de antecipação das alterações dos estados de saúde dos professores da rede pública estadual de Santa Catarina Sabe-se que em grande parte, transtornos da voz, como disfonias funcionais e transtornos mentais como ansiedade, insônia, depressão e as síndromes de adaptação, variam conforme as mudanças nas relações sociais e nas condições do trabalho em si.

ASSESSORIA IMPRENSA SINTE – SC
9178-9026

terça-feira, 3 de abril de 2012

Exposição Varal Literário

Poesias da Professora Laura Correia Brasil de Souza, da cidade de Imarui.
Quando: De 16 à 20 de abril
Local: ALESC

Secretário de Educação não negocia e pede nova audiência

Governo não apresenta nenhuma proposta para o SINTE


Em uma reunião tensa, com os nervos a flor da pele, Governo do Estado e Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina não entraram em acordo. Logo no início da audiência o Secretário de Educação Eduardo Deschamps declarou que esperava uma nova proposta do SINTE, o que chocou os diretores da entidade presentes no encontro. 

Alvete Bedin, Coordenadora Geral do SINTE declarou ao Secretário: "Esta é uma reunião de faz de conta, depois de duas semanas de espera pela negociação, a proposta já rejeitada por unanimidade na assembleia estadual ainda é a mesma? A categoria não está em sala de aula esperando o nada, eles querem uma proposta, se isso não acontecer é greve no dia 17 de abril". O Governo continua com a proposta de parcelamento do reajuste de 22,22%, 8% já concedidos este ano, e o restante para pagamento sem data marcada em 2013 e 2014.

No decorrer dos debates Joaninha de Oliveira, Secretária de Políticas Sociais e de Gênero do sindicato, disse que quando Eduardo foi Secretário Adjunto da Educação ouviu dele que o Governo ia cumprir o reajuste do piso na tabela salarial, não achatando o plano de carreira dos professores. Não há justiça nessa fórmula de reajuste, não existe nenhuma lógica pedagógica para o magistério Estado. 

Para todos os membros do sindicato a proposta do Governo fere a categoria. "Somos professores, nos graduamos, nos especializamos, porém os profissionais dos níveis 1 ao 7 recebem o mesmo salário, seria mais educado o Estado negociar respeitando a tabela, levando em conta o tempo de serviço e a capacitação contínua de vários educadores".
Diante dos fatos o secretário propôs uma nova audiência, marcada para o próximo dia 09 de abril, quando quer "abrir"os números do Governo para o Sindicato e mostrar porque não podem aceitar a proposta da classe dos professores. "O Governo propôs uma mesa de negociações, o sindicato quer dialogar, mas queremos propostas por parte do Estado, que seja cumprido o acordo de greve feito no ano passado", declara Alvete.

Outra questão apontada pelo SINTE foi a repressão aos professores que fazem parte ou que querem aderir ao movimento de greve. Eles são coagidos e ameaçados, recebem faltas se participam de atos do sindicato, além da proibição da entrada da entidade sindical nas escolas.

Assessoria de Imprensa SINTE
9178-9026
gracielafell@gmail.com

quinta-feira, 29 de março de 2012

IMPOSTO SINDICAL 2012

O Imposto Sindical, desconto efetuado no contracheque dos trabalhadores é uma arbitrariedade e não tem o aval do SINTE/SC. O Sindicato trabalha com a filiação de caráter voluntário e democrático por entender que sindicalização é opção dos/as trabalhadores/as.

O Imposto Sindical é uma herança do sistema criado pelo Governo do presidente Getúlio Vargas, sob a orientação do Ministério do Trabalho. Esta prática antiga foi estabelecida para a iniciativa privada e em 2009, estendida ao serviço público após a revisão da lei trabalhista.

O SINTE/SC, através de seu departamento jurídico, entrou com um pedido judicial em 2009 para que a cobrança do Imposto Sindical não fosse efetuada, mas não obteve êxito por ser de âmbito federal. Em virtude disto o Sindicato fez outro pedido judicial solicitando que os valores do Imposto Sindical de 2009/ 2010 e 2011 fossem repassados à entidade.

Por acordo judicial, os valores do Imposto Sindical foram repassados à Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) que não representa a categoria do magistério público estadual de Santa Catarina.

É de responsabilidade do Governo Estadual promover o desconto do Imposto Sindical da folha dos servidores; é dele também a responsabilidade de distribuir esses valores conforme determina a lei.

Após longa batalha e constantes negociações com os Governos Federal e Estadual, no final de 2011 o SINTE recebeu parte da devolução dos anos de 2009, 2010 e 2011.

Cumprindo a decisão do IX Congresso Estadual do SINTE/SC, realizado em junho de 2009, no município Chapecó, os valores serão devolvidos aos filiados da época e deverá ser feito mediante solicitação do/da filiado/da através de formulário específico para este fim.

O repasse recebido pelo SINTE/SC corresponde a 60% do valor descontado dos/as trabalhadores/as e este será, portanto o percentual a ser repassado aos filiados da época que solicitarem a devolução.

O SINTE estará enviando pelo correio, as informações sobre os procedimentos aos associados.
Florianópolis, 25 de março de 2011

Diretoria Executiva do SINTE/SC

Conselho fiscal do SINTE se reúne para auditar contas

À tarde de hoje foi de muito trabalho para os membros do conselho fiscal do SINTE SC. Eles foram convocados para examinar e apresentar parecer sobre prestação de contas da executiva,coordenações regionais e municipais do SINTE. A auditoria vai analisar as movimentações financeiras no período de julho 2010 a dezembro de 2011.

Estavam presentes as conselheiras Ana Julcili Pazini e Cristiane Fogaça, orientadas pelos profissionais administrativos do SINTE Jorge Luiz da Rosa, assessor financeiro e responsável pelas contas da executiva e por Cláudia Regina do Nascimento, contadora responsável pelas regionais.

De acordo com Sandro Cifuentes Diretor Financeiro do SINTE, após a análise de todas as contas, os resultados da auditoria serão repassados ao conselho deliberativo da entidade que deverá dar o parecer final.

Graciela Fell – Jornalista
Assessora de Imprensa SINTE
9178-9026 (Vivo)
9953-6364 (Tim)

quarta-feira, 28 de março de 2012

SINTE realiza coletiva com imprensa para esclarecer possível greve

Governo pede reunião com o sindicato no dia 02 de abril

Está longe de acabar as negociações do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina – SINTE com o governo do Estado, com relação ao reajuste do piso nacional sobre todos os níveis do plano de carreira do magistério.

A categoria exige que seja cumprida e Lei que garante o pagamento do reajuste de 22,22%, a partir de janeiro de 2012, percentual este, calculado em cima do custo anual de um aluno.

Alvete Pasin Bedin, Coordenadora Estadual do SINTE e demais membros da diretoria, receberam na tarde de hoje, dia 28, representantes de vários veículos de comunicação para esclarecer questões sobre a greve e as negociações com o governo. Segundo a coordenadora, na assembléia do dia 15 de março, o sindicato rejeitou por unanimidade a proposta feita pelo governo, que não cumpre o acordo de greve feito no ano passado.

O Estado propôs ainda parcelar em três vezes o reajuste, sendo a primeira parcela em 2012, no percentual de 8% e as demais em 2013 e 2014, mas sem mês ou dia previsto.  Em resposta o SINTE declarou que a proposta apresentada pelo governo não respeita a lei do piso e não contempla todos os trabalhadores em educação, não valorizando a qualificação e capacitação dos profissionais, mantendo assim a política de compactação da tabela salarial.

De acordo com Anna Julia Rodrigues Secretária Geral da entidade, o SINTE deu prazo para uma contraproposta do Governo, que encerrou na data de ontem. A reposta foi enviada através de ofício do Coordenador Executivo de Negociações e Relações Funcionais Décio de Vargas. No documento o representante do governo agendou reunião para o próximo dia 02 de abril, às 17 horas, no prédio central da Secretaria de Estado de Educação, quando o sindicato espera obter uma nova proposta.

Alvete Bedin diz ainda que, se as negociações não forem bem sucedidas, na próxima assembléia geral marcada para o dia 17 de abril, a categoria entrará em greve por tempo indeterminado. A exemplo do ano passado, que obteve 90% de adesão, o sindicato espera ter a maioria dos profissionais da educação estadual apoiando a causa.

Anna Júlia declara que a reivindicação da classe é em cima de uma promessa assumida pelo Governo em campanha,  quando afirmou o pagamento do reajuste ainda para janeiro. "A sociedade precisa saber que estamos pedindo o que é de direito dos professores, e que o Governo recebe 25% de recursos do FUNDEB - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, verbas que não estão sendo repassadas para a educação de Santa Catarina".

Graciela Fell
Assessora de Imprensa SINTE