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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

SECRETÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO VISITA FEIRA DE CIÊNCIAS E ESCOLAS EM LAGUNA

Nesta quinta feira dia 23/08, o Secretário Estadual de Educação Eduardo Deschamps, visitou a feira de ciências regional e algumas escolas no município de Laguna. Entre elas a EEB Ana Gondin, no bairro Magalhães. Esta visita rendeu aquilo que nós conhecemos a muito, só que com outros protagonistas.

O mesmo assinou a ordem de abertura de licitação para reforma completa da unidade escolar, mas com o detalhe que os recursos viriam do FUNDEB. Portanto se esta escola for reformada será somente em 2014, pois para 2013 o orçamento já esta fechado.

Como noticiamos em outras vezes, a escola de campos verdes em Jaguaruna, ainda espera pela sua construção há mais de três anos. E o então Secretário Marco Tebaldi também visitou a escola a bem mais de um ano, prometeu que em noventa dias começariam a construção da nova escola, só que ate agora nada.

É certo que sem a organização comunitária e a pressão constante nos órgãos competentes e seus representantes, com ações muitas vezes radicais, esta será somente mais uma promessa em época de eleições. 

Duas situações me deixaram perplexo, a primeira foi o comentário do Gerente Regional de Educação, o Sr. Sandro na abertura da referida feira, Que “O professor em Laguna trabalha feliz”. A segunda foi o fato dos professores do EEB Ana Gondin, que trabalham em uma escola em precárias condições como mostram as fotos em anexo ter banda de música, dança e apresentação musical para esperar o Sr. Secretário, que chegou com duas horas de atraso. O que fez com que não tivesse aulas na segunda metade da manhã. E ao mesmo tempo, as crianças foram impedidas de deixar a escola após o término do horário, pois tinham que esperar a visita. Depois de muito bate boca na porta de saída, permitiram que as mesmas pudessem sair para suas casas depois de uma manhã sem aulas.

A auto-estima das crianças se eleva com atitudes que venham mostrar que vale a pena lutar pelos seus direitos, e que a organização comunitária faz com que os Prefeitos, Secretários e Governadores cumpram o direito constitucional, que é escola de qualidade e gratuita e não com bajulações para pessoas que não fazem mais que as suas obrigações.

Torno minhas a palavras da Vice Coordenadora do SINTE-SC a professora Janete, onde a mesma diz que “a escola pública deve ser o melhor lugar para as crianças passarem os seus dias, um lugar atrativo, onde não se busque só o conhecimento, mas que este conhecimento lhe proporcione uma possibilidade de vida bem do que esta possui hoje”. 

Temos que ter escolas públicas capazes de formar jovens cidadãos que possam competir em igualdade de condições com qualquer outra. O Estado tem que garantir profissionais bem qualificados com formação continuada e remunerados, com condições de trabalho. A fim de exercerem com a maior satisfação possível o seu trabalho.

Marcelo Speck da Rosa
Secretario Adj. de Org. do Sul.

Vejam as fotos:

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

FIESC quer criar escola "modelo" que sirva de referência para a educação pública


Em matéria publicada no Diário Catarinense, 17 de julho, no Informe Econômico, página 15, a má qualidade do ensino fundamental é mencionada pelo pesquisador da USP José Pastore em palestra promovida pela FIESC, como sendo o principal problema para a formação de mão de obra para o mercado de trabalho, influenciando diretamente no crescimento econômico brasileiro.

Respeitando a opinião do pesquisador, o SINTE/SC afirma que a melhoria na qualidade do ensino fundamental é luta histórica do sindicato e de todos os trabalhadores em educação. Mas não apenas com a visão do mercado, e sim pensando em formar cidadãos conscientes, críticos, com opiniões e que saibam qual seu papel na sociedade. A educação não pode ser vista somente como parte de uma sociedade capitalista e de consumo.

Sabe-se que em Santa Catarina pelo menos 1% da população é analfabeta ou analfabeta funcional, diante disso, hoje em dia, o empresariado comprometido percebe o despreparo dos profissionais que tiveram pouco estudo, ou que o mesmo foi deficiente em suas indústrias e empresas.

Contudo, o problema não pode ser considerado, ou até nem mesmo resolvido, como cita a matéria, dependendo somente de escolas e professores comprometidos, mas sim de investimentos na educação, estes que partem dos Governos.

O SINTE já vem denunciando a precariedade da educação, apontando os problemas com as escolas sucateadas, os baixos salários, ausência de profissionais em muitas escolas, a violência escolar (assédio moral) e principalmente a falta de gestão pública. Pensando em todas essas questões, que influenciam diretamente na qualidade da educação básica, a categoria entrou em greve, suspendeu a mesma e tenta negociar, porém, até hoje, o Governo não se dispõe a debater, nem tão pouco procurar soluções para aplicar as devidas melhorias na educação. Lutamos pela:
- Gestão Democrática nas escolas
- Valorização e formação dos profissionais da educação
- Mais financiamento para a educação
- Melhores condições nas escolas: infraestrutura, material didático, etc
- Melhores salários para o magistério, principalmente o pagamento do Piso Nacional.

Ainda assim, precisamos ler que, o segmento do empresariado, da indústria Catarinense, a FIESC, não satisfeita com a baixa escolaridade de seus trabalhadores, quer criar uma escola modelo de ensino fundamental para Florianópolis, esta que deverá servir de referência para as instituições públicas do Estado. Para o SINTE não é a FIESC que deve criar escolas, essa é uma obrigação constitucional dos governos Estaduais e Municipais.

Diante das afirmações da FIESC, o Governo do Estado deveria também se manifestar, pois o silêncio acaba referendando que segmentos corporativos queiram fazer da educação pública, um modelo o qual nunca deve ser seguido nem respeitado.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Atenção Magistério Catarinense!!!

Se a sua escola está em péssimas condições, com problemas como:
- Infiltração
- Goteiras
- Fiação elétrica aparente e comprometida
- Banheiros quebrados
- Telhado quebrado ou com falta de telhas
- Rachaduras nas paredes
- Piso com rachaduras, quebrados ou soltos
- Salas e banheiros interditados
- Alagamento nas dependências da escola quando chove
- Ginásio ou quadra de esportes sem qualquer infraestrutura, ou a inexistência dos mesmos
- Portões, portas ou vidros quebrados
- Falta de material esportivo ou didático
- Falta de recursos para a manutenção mínima das escolas, etc...
Se a saúde e a integridade física dos trabalhadores e alunos está em risco na sua escola, denuncie!

Faça fotos, vídeos e um relatório da situação da sua escola e envie para o SINTE/SC. Estaremos publicando em nosso Blog e Redes Sociais o descaso do Estado com as escolas, mostrando a verdadeira realidade da educação para que todos possam ver.

Você pode enviar o material para: imprensa@sinte-sc.org.br ou sinte-sc@sinte-sc. org.br

A Educação quer mais! Venha fazer parte dessa história!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Audiência Pública em Joinville

O SINTE Joinville convida a todos e a todas para participar da Audiência Pública, promovida pela Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa e Câmara Municipal de Vereadores de Joinville, que discutirá "As interdições das escolas estaduais do município de Joinville.

A audiência acontecerá amanhã, dia 21 de junho, às 19:30, no plenário da Câmara Municipal, na Avenida Hermann August Lepper, 1100, Saguaçu, Joinville.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

SINTE e Comissão de Educação da Assembleia Legislativa visitam escolas em Chapecó


Precariedade e abandono são comuns nas escolas do Estado

A Coordenadora Estadual do SINTE SC, Alvete Bedin e o Coordenador do SINTE Regional de Chapecó Cleber Ceccon, junto a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, liderada pela Deputada Luciana Carminatti e a Gerente de Educação Ana Vedana, visitaram duas escolas em estado precário na cidade de Chapecó, são elas o EEB Lara Ribas e EEB São Francisco.

Na Escola Lara Ribas a situação é de descaso, isso porque, as obras de ampliação e reforma que iniciaram em janeiro desse ano, e tinha prazo para finalização até dezembro de 2012, está há dois meses abandonada. A direção da escola afirma desconhecer o motivo da obra estar parada, mas, informações sem fontes precisas, declaram que o abandono da obra se deve a falta de pagamento do Governo a empreiteira responsável pela mesma. Então, é certo afirmar que o prazo de conclusão e entrega da escola, reformada, para os alunos e professores não será cumprido.

De acordo com Alvete, a escola sofre com infiltrações, goteiras, rachaduras, graves problemas na rede elétrica, além do perigo eminente de desmoronamento de uma sala de aula, visto que, no início das obras a região foi escavada, porém, não houve continuidade nos trabalhos. Frente aos fatos, os alunos correm risco de vida no exercício do seu direito a educação. Sem falar nos professores que não possuem condições mínimas de trabalho.

Cleber destaca ainda, a necessária da construção de uma cobertura que vá da lateral da escola, até a quadra de esportes, porque cada vez que chove, os alunos tomam um banho para poder chegar a aula de educação física.

Já na Escola São Francisco, as reformas que deveriam dar outra cara ao educandário se transformaram num problema. Segundo a direção, assim como antes das obras, as infiltrações, goteiras e a falta de espaço físico continuam atrapalhando o bom andamento dos trabalhos no local. Sendo assim, o questionamento parte da falta de qualidade dos materiais e nos serviços utilizados nestas obras. Para os representantes do SINTE esses materiais são de 3ª linha e não contemplam as necessidades da escola, devendo assim, serem revistas às licitações e as empresas contratadas para tais serviços.

Outra grave situação vista em muitas escolas de Chapecó é a falta de acessibilidade para portadores de necessidades especiais, a maioria das escolas visitadas não possui rampa de acesso, e as que possuem, estão muito mal feitas e trazem riscos para quem necessita utiliza-las.

O SINTE reafirma que esses tipos de situações apontadas nas escolas citadas, infelizmente são comuns em todo o estado, e destaca a luta do sindicato por melhores condições de trabalho para a categoria, bem como, uma educação de qualidade para os alunos. Pois escolas com alto grau de precariedade não oferecem condições mínimas de convivência, trabalho e estudos.

O SINTE exige que o Governo assuma o compromisso de atender as necessidades das escolas em Santa Catarina, e que garanta ainda, a liberação de verbas para a continuidade das construções e reformas que estão paralisadas em algumas escolas.

O SINTE SC pede para que todas as regionais façam o mapeamento das escolas com problemas, com informações precisas sobre cada situação, e que nos envie também as fotos, dessa maneira o sindicato vai publica-las e divulga-las, para que toda a sociedade possa saber a verdade da educação no Estado.

ASSESSORIA IMPRENSA SINTE – SC
9178-9026

Fotos: Solon Soares - Assembleia Legislativa











quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Teto desaba durante aula

A aula do 2º ano do ensino médio acontecia normalmente, na manhã de terça-feira, na Escola de Educação Básica Henrique Stodieck, no Centro da Capital, quando um susto paralisou as atividades.

Parte do forro da sala desabou, deixando cair pedaços de concreto e pedras. Segundo alunos, um pedaço caiu muito perto da professora.

– Foi por pouco, bem pertinho mesmo – disse uma aluna à RBS TV.

Uma funcionária, que preferiu não se identificar, afirmou que a causa do incidente foi o material deixado sobre o forro na última reforma, em 2006. A situação é semelhante no auditório e na biblioteca, que tem goteiras.

Mas a maior reclamação é sobre a quadra de esportes, que não é coberta, e os alunos ficam sem Educação Física quando chove.

– A escola vai fazer 100 anos em breve. O mínimo que poderia ser feito é a cobertura deste espaço – disse a funcionária.

O gerente de infraestrutura da Secretaria de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis, engenheiro José Lino Capistrano, afirmou que os reparos emergenciais na sala de aula devem ser feitos ainda hoje. O forro pode ser substituído, já que foi constatado que a estrutura é frágil.