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quinta-feira, 31 de maio de 2012

MOÇÃO DE APOIO A LUTA DOS MOTORISTAS E COBRADORES

            O Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública de Ensino no Estado de Santa Catarina – SINTE/SC apoia a luta dos Trabalhadores no Transporte Coletivo Urbano (Motoristas e Cobradores) de Florianópolis por transporte de qualidade e seguro, bem como as suas reivindicações e contra as punições.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Moção de apoio aos trabalhadores e trabalhadoras da educação da rede pública estadual catarinense


A CUT SC reitera o incondicional apoio aos trabalhadores e trabalhadoras da educação da rede pública estadual catarinense em greve desde o dia 23 do corrente.

Para a CUT, a decisão da categoria reunida em assembléia estadual no último dia 17 de maio é somente conseqüência da forma como o Governo do Estado tratou e vem tratando as negociações desde a suspensão da greve, em agosto de 2011.
Além de não avançar nas negociações para a recomposição do plano de carreira que, de fato, valorize a experiência e a qualificação profissional, a proposta apresentada pelo Governo Colombo horas antes da assembléia do dia 17 não correspondeu ao que vinha sendo discutido desde 2011 e reafirmado pela categoria na assembléia do dia 15 de março, quando deflagrou estado de greve.
Nós, trabalhadores e trabalhadoras, somos, na grande maioria, os usuários dos serviços públicos de educação. Ao apoiar os profissionais da educação da rede estadual de SC, ainda que momentaneamente prejudicados pela paralisação, estamos reconhecendo a devida importância a que esses profissionais têm na formação escolar de nossos filhos e filhas.
Lamentamos e repudiamos a infeliz posição dos parlamentares da base governista na ALESC e do Presidente do Conselho Estadual de Educação em se colocarem contra a categoria, assim como da mídia que, com parcialidade, não tem dado voz aos pais e mães que apóiam o movimento.
Apelamos ao Governador Raimundo Colombo para reabrir o processo de negociação com o SINTE e não medir esforços no sentido de atender as reivindicações da categoria, que também são reivindicações de todos nós, trabalhadores e trabalhadoras catarinenses.

Florianópolis, 02 de maio de 2012.

Direção da CUT SC


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Moção de apoio da FETEMS aos trabalhadores em educação de Santa Catarina

Rede estadual de Santa Catarina entra em greve por melhores condições de trabalho.
A FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) e os seus 71 sindicatos de base, entidade representativa de mais de 25 mil trabalhadores em educação de Mato Grosso do Sul, é solidária e apóia a luta dos companheiros do SINTE/SC (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina) que estão à frente do movimento de greve da rede estadual de ensino de Santa Catarina.
Consideramos a greve um instrumento legal e legítimo da luta por valorização profissional e por uma educação pública mais justa, humana e igualitária. Sabemos que, infelizmente, esta é a única linguagem que os nossos gestores púbicos entendem.
Esperamos que o governador de SC, Raimundo Colombo (PSD), opte pelo dialogo e abra o canal de negociação com a categoria e assim como defende a nossa Confederação (CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) reconheça o direito constitucional à livre associação sindical e, consequentemente, o direito de negociar as suas condições de trabalho e perspectivas de carreira para o funcionamento permanente da educação pública.
A Lei do Piso Salarial Nacional, nº 11.738, foi julgada, em sua íntegra, constitucional pelo STF (Supremo Tribunal Federal), portanto deve ser cumprida pelos nossos prefeitos e governadores, que, na maioria das vezes, utilizam as promessas de investimento em educação pública somente em seus palanques eleitorais.
Reiteramos o nosso apoio aos companheiros e companheiras de luta de Santa Catarina e também ficamos no aguardo de uma postura do governador Raimundo Colombo.
Diretoria da FETEMS

MOÇÃO DE APOIO AOS TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO DA REDE ESTADUAL DE SANTA CATARINA


A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, entidade representativa de mais de 2,5 milhões de profissionais da educação básica pública no Brasil, à qual o SINTE/SC - Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina é afiliado, vem a público reiterar seu irrestrito APOIO à greve dos educadores da rede estadual de Santa Catarina, por entender que a luta pela valorização profissional e pela qualidade social da educação pública é legítima.

Para a CNTE, somente mobilizados e organizados, os(as) trabalhadores(as) em educação poderão construir uma escola pública gratuita e de qualidade para todos e em todos os níveis e modalidades de ensino. A deflagração de greve é o último recurso usado na luta por melhores condições de trabalho.

Neste sentido, a Confederação espera que o governador, Raimundo Colombo, abra o canal de negociação, reconhecendo, na prática, o direito constitucional à livre associação sindical e, consequentemente, o direito de negociar as suas condições de trabalho e perspectivas de carreira para o funcionamento permanente da educação pública.

Assim, a CNTE endossa a necessidade de que seja encaminhada, com urgência, uma proposta concreta para as reivindicações da categoria (Atualização Integral do Valor Piso, Respeito à Carreira do Magistério, entre outros pontos da pauta de reivindicações), uma vez que não representam ganhos somente para os trabalhadores em educação, mas também para a sociedade brasileira, uma vez que a valorização do educador reflete na melhoria da qualidade da educação.


Roberto Franklin de Leão
Presidente

terça-feira, 7 de junho de 2011

Apoio do Dep. Pedro Uczai à greve do Magistério

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA
REQUERIMENTO Nº de 2011
(do Sr. Pedro Uczai)


Requer seja formulada Moção de Apoio ao
movimento dos professores no Estado de
Santa Catarina.


Senhora Presidente,

Requeiro, nos termos do art. 117, inciso XIX e § 3º, do Regimento
 
Interno, apreciação, pela Comissão de Educação, para que seja formulada “Moção
de Apoio” ao movimento dos professores da rede estadual de ensino do Estado de
Santa Catarina, em greve desde 18 de maio.
 
Os professores reivindicam o cumprimento da decisão do STF que
reconheceu a constitucionalidade da Lei 11.738/2008 do Piso Nacional do
Magistério, entretanto até o momento poucos foram os avanços.
 
A proposta apresentada pelo Governo do Estado não respeita a
progressão na carreira e o tempo de serviço, uma reivindicação dos professores.
 
Em percentuais, o salário inicial do profissional com doutorado era 145% maior do
que aquele com ensino médio. Agora, a diferença cai para 25,6%. Com isso, a greve
do magistério segue por tempo indeterminado.
 
Diante disso, torna-se importante que o diálogo entre professores e
as autoridades estaduais possam avançar, vez que a luta dos educadores
catarinense é justa e legítima. Educação de qualidade passa pela valorização dos
profissionais da educação.
 

Sala das Comissões, em de maio de 2011.
 

Pedro Uczai
Deputado Federal

Moção de apoio do SINASEFE


Nota da ADFAED - UDESC de apoio à greve

ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA FAED


Nós, docentes da Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC, associados da ADFAED manifestamos nosso apoio ao movimento dos professores e professoras da Rede Pública Estadual de Santa Catarina, em greve pela garantia do Piso Salarial Nacional do Magistério e por melhores condições de trabalho.

Prestamos solidariedade e apoio aos nossos colegas por considerar as reivindicações legítimas e urgentes, pois em nosso trabalho cotidiano, como docentes de uma Instituição de Ensino Superior e formadores de futuros profissionais da educação, sabemos que não é possível construir um país desenvolvido de fato sem a consolidação de políticas de valorização profissional que incluam, necessariamente, o pagamento de salários justos aqueles e aquelas que educam, formam e cuidam de nossas crianças e jovens.


Florianópolis, 01 de junho de 2011.


ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E DA EDUCAÇÃO – ADFAED


Av. Madre Benvenuta, 2007, Bairro: Itacorubi, Florianópolis/SC

quinta-feira, 2 de junho de 2011

MOÇÃO DE APOIO

Os, trabalhadores e trabalhadoras, através dos dirigentes dos sindicatos das
várias categorias de Caçador e Região, vem explicitar o incondicional apoio aos
trabalhadores e trabalhadoras da educação da rede pública estadual catarinense.
Somos solidários aos companheiros e companheiras na reivindicação da sua pauta,
por considerarmos a educação pública e de qualidade um direito de toda a
população e um dever do Estado, o que se faz com trabalhadores e trabalhadoras
valorizadas.

Reforçamos a posição de todo o movimento sindical de Caçador que a luta e
principalmente a Greve é legal e instrumento legitimo para a sensibilização do
Governo do Estado para a implantação do piso salarial profissional dos
trabalhadores na educação que deve seguir os preceitos da isonomia salarial e
valorização da carreira.
Para nós, dirigentes sindicais, é inadmissível que no Estado catarinense, o
quarto PIB da federação e com uma das melhores arrecadações do país, não seja
reconhecida a possibilidade de pagamento do piso nacional de salario com a
manutenção do plano de carreira do magistério catarinense.
Apelamos ao Governo do Estado em reabrir o processo de negociação para que,
sejam criadas as condições mínimas possíveis para avanço no pleito dos
trabalhadores e trabalhadoras e, assim, termos uma educação publica de
qualidade, atendendo os reclames da população.

Caçador, 30 de maio de 2011.


Dirigentes sindicais

SITICOM,

SITRIVEST, 
SindMETALURGICOS,
SindBANCARIOS,
SindSAUDE, 

SITRUC, 
SindEMPREGADOS RURAIS, 
SIPAPEL,
SindMUNICIPARIOS,
SindCOMERCIARIOS, 

SindPLASTICOS

terça-feira, 31 de maio de 2011

Moção em apoio a greve do SINTE

logo cut-sc B


Nossa solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras da educação da rede pública estadual catarinense.
Nós, trabalhadores e trabalhadoras de sindicatos cutistas das várias categorias da iniciativa privada e dos serviços públicos das três esferas de Governo (Federal, Estadual e Municipal) no Estado de Santa Catarina, reunidos no Seminário Estadual “O papel do Estado na sociedade”, realizado nos dias 26 e 27 de maio do corrente, na Escola Sindical Sul, em Florianópolis, explicitamos nosso incondicional apoio aos trabalhadores e trabalhadoras da educação da rede pública estadual catarinense.

Somos solidários aos companheiros e companheiras na reivindicação da sua pauta, por considerarmos a educação pública e de qualidade um direito de toda a população e um dever do Estado, o que se faz com trabalhadores e trabalhadoras valorizados.
Reforçamos a posição de todo o movimento sindical cutista de que a luta pela implantação do piso salarial profissional dos trabalhadores na educação deve seguir os preceitos da isonomia salarial e valorização da carreira.
Para nós, dirigentes sindicais de todo o Estado de SC, é inadmissível que no Estado catarinense, o quarto PIB da federação e com uma das melhores arrecadações do país, não seja reconhecida a possibilidade de pagamento da lei do piso nacional com a manutenção do plano de carreira do magistério catarinense.

Por último, apelamos ao bom senso do Governo do Estado em reabrir o processo de negociação para que, dentro do espírito democrático, sejam criadas as condições mínimas possíveis para avançarmos no pleito dos trabalhadores e trabalhadoras e, assim, por fim a greve.

Florianópolis, 27 de maio de 2011.

Dirigentes sindicais cutistas das várias categorias da iniciativa privada e dos serviços públicos das três esferas de Governo (Federal, Estadual e Municipal) no Estado de Santa Catarina participantes do Seminário.

Moção de apoio da CNTE aos trabalhadores em Educação de SC

MOÇÃO DE APOIO AOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DE SANTA CATARINA

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, entidade representativa de mais de 2,5 milhões de profissionais da educação básica pública no Brasil, à qual o SINTE/SC - Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública do Ensino do Estado de Santa Catarina é afiliado, vem a público reiterar o APOIO à greve dos educadores de Santa Catarina, por entender que a luta pelo Piso Salarial Nacional do Magistério, por melhores condições de trabalho e pela qualidade social da educação pública é legítima.

Para a CNTE, somente mobilizados e organizados, os(as) trabalhadores(as) em educação poderão construir uma escola pública gratuita e de qualidade para todos e em todos os níveis e modalidades de ensino. A deflagração de greve é o último recurso usado na luta por melhores condições de trabalho.


Neste sentido, a Confederação espera que o governador, João Raimundo Colombo, reabra o canal negociação com o Comando de Greve, reconhecendo, na prática, o direito constitucional à livre associação sindical e, conseqüentemente, o direito de negociar as suas condições de trabalho e perspectivas de carreira para o funcionamento permanente da educação pública.


Assim, a CNTE espera que seja encaminhada, com urgência, uma proposta concreta para as reivindicações da categoria, uma vez que a Lei do Piso Salarial Nacional do Magistério é uma conquista, não somente para os trabalhadores em educação, mas também para a sociedade brasileira, uma vez que a valorização do educador reflete na melhoria da qualidade da educação.



Brasília (DF), 27 de maio de 2011


Roberto Franklin de Leão

Presidente

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Nota oficial da CUT em apoio à greve do magistério catarinense

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Nota oficial da CUT em apoio à greve do magistério catarinense

Mais do que uma vitória dos professores, a Lei do Piso Salarial Nacional do Magistério é uma conquista do povo brasileiro, pois valoriza uma profissão que é essencial para o desenvolvimento sustentável e saudável do nosso país, para o presente e futuro das novas gerações.
 
Por representar um avanço, a aprovação do Piso enfrentou a oposição de governos estaduais reacionários, que tentaram de todas as formas impedir que sua população tivesse acesso a melhores condições de ensino, com professores mais motivados para o exercício profissional. Tais (des)governos chegaram a ir até o Supremo Tribunal Federal para inviabilizar o aumento salarial dos professores, bem como a redução da sua jornada dentro das salas para que tenham mais tempo para prepará-las, melhorando a qualidade. Mas, justiça foi feita, e a sabotagem foi enterrada pelo STF.
 
Inconformado, o governo de Santa Catarina insiste em desrespeitar a lei e se nega a pagar o piso nacional que, conforme os próprios professores, ainda é ineficiente. Além disso, o governador Raimundo Colombo enviou à Assembleia Legislativa uma Medida Provisória para achatar os salários acabando com o Plano de Carreira do Magistério. A reação foi imediata. De forma unitária, a categoria respondeu à falta de educação e de diálogo, paralisando as atividades e indo às ruas para denunciar a postura arbitrária.
 
Solidária aos companheiros e companheiras, que encontram-se em greve há mais de uma semana, a CUT Nacional defende que o governo estadual abra imediatamente negociação com a categoria e apresente uma proposta concreta para por fim ao impasse que criou.
 
Vale reiterar que a Lei do Piso já teve a sua constitucionalidade, julgada e aprovada, e que não cabe a nenhum administrador, seja governador ou prefeito, opor obstáculos à sua plena – e mais do que necessária – efetivação.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Moção de apoio do SindSaúde/SC à greve do magistério catarinense

O SindSaúde/SC – Sindicato dos Trabalhadores de Estabelecimentos Público e Privado de Saúde de Santa Catarina, vem por meio desta expressar seu apoio à luta dos servidores da educação do Estado de Santa Catarina. Categoria que não é atendida em suas legítimas reivindicações e não cumprimento da Lei que estabelece o piso para todos os educadores. Direitos ignorados pelo Governo do Estado, uma administração pública pouco interessada na sua força de trabalho, qualidade e valorização do corpo docente e na manutenção dos serviços públicos estaduais.

O SindSaúde/SC coloca-se à disposição do Sinte – Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina -, e reforça apoio ao Movimento dos Professores Públicos do Estado, em defesa da qualidade da educação pública, valorização dos nossos profissionais, salários justos e condições dignas de trabalho.

Cordialmente,
Diretoria do SindSaúde/SC